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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

ORIGEM DA FAMÍLIA RODRIGUES TORRES - parte II



Família da Eulalina de Campos Amaral Rodrigues Torres_Eulá 

Braz Cubas, filho de nobre família portuguesa, veio a São Paulo, acompanhado de seu pai João Pires Cubas, filho de Pedro Afonso Cubas, de sua mãe  Izabel Nunes, filha de Nuno Rodrigues, bem como, de seus irmãos, Antonio, Gonçalo e Catharina.
Diretamente da cidade do Porto, em Portugal, vieram a São Vicente, no princípio de sua povoação, na companhia do donatário da mesma capitania Martim Affonso de Souza, no ano de 1531.


Chegaram ao Brasil na armada de Martim Affonso de Souza, de quem logo ganhou uma sesmaria, terreno inculto que os reis de Portugal distribuíam aos colonos, nos campos de Piratininga, em 10 de outubro de 1532. No ano seguinte, ou pouco depois, Braz Cubas regressou a Portugal, com seu pai, a fim de regularizar seus negócios. Tal viagem foi feita num dos navios da frota de Martim Affonso de Souza, em companhia deste. Pois, Martim Affonso havia sido convocado pela corte, para chefiar uma grande expedição às Índias.
Braz Cubas não foi a essa expedição porque, apesar de ter posses e bens, não tinha navios.

Enquanto Martim Affonso de Souza fazia sua expedição às Índias, sua mulher Ana Pimentel, por sua procuração cedeu à Braz Cubas as terras de Biritiba (hoje região de Mogi das Cruzes), no Planalto, também, pertencentes à Capitania de São Vicente. Porém, ele não conseguiu povoar essas terras, pois, os índios Tamoios que habitavam em Bertioga eram ferozes, rebeldes e traiçoeiros e de lá partiam atacando as terras na Ilha de São Vicente. Então Braz Cubas comprou terras e fundou em 1540 uma Casa de Misericórdia, a primeira do Brasil, junto a ela levantou um Hospital para marítimos, em 1º de novembro de 1543, Dia de Todos os Santos, e por isso mesmo assim chamado Santa Casa de Misericórdia de Todos os Santos, o primeiro da América.  


Braz Cubas, alcaide-mor de Santos, cavaleiro fidalgo, era vassalo fiel ao Rei, a quem cumpria dedicadamente servir para maior brilho de seu trono. Foi o fundador da vila de Santos. Foi provedor da Real Fazenda, foi capitão-mor governador, por duas vezes, da capitania de São Vicente, loco-tenente do donatário dela, o fidalgo Martim Afonso de Souza. Foi descobridor de ouro e pedras preciosas, em todas as suas viagens e missões.Faleceu em 1592 e jaz sepultado na Matriz de Santos (figura ao lado). Teve dois filhos, o Capitão Pedro Cubas e Izabel Cubas, porém, o nome de sua mulher é ignorado.(http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0300i02.htm)


Sua filha Izabel Cubas casou-se em 1557, em Santos, com Paulo de Proença, natural da comarca e bispado da Guarda, província da Beira (hoje Beira Alta), Portugal, em 1540.  Ele era parente de Antonio Proença, natural da vila Belmonte, Portugal, tinha vindo para a capitania de São Vicente e nela fez muitos serviços para El-Rei e ao donatário dela. Como homem nobre e abonado, com sua pessoa, armas e escravos, acudiu, à sua custa, a todas as guerras, tanto no Rio de Janeiro, como em São Vicente, desde o ano de 1571. O referido consta de provisão que lhe passou Dom Francisco de Sousa, datada na Bahia, a 17 de janeiro de 1595, pela qual fez mercê da serventia do ofício de almoxarife das capitanias de Santo Amaro e São Vicente, de que tomou posse em 8 de março de 1597, na Vila de Santos, e lhe deu juramento Braz Cubas, o sogro, como provedor da Fazenda Real dessa capitania. Paulo de Proença era moço da câmara do infante Dom Luiz, duque da Guarda, que em São Paulo, foi capitão de cavalos e ouvidor da capitania de São Vicente, em 1599. Paulo de Proença e Izabel Cubas tiveram apenas um filho, Paulo de Proença Varella.
Paulo de Proença Varella casou-se em Santos com Innocência Dória, nascida em Santos e foram de morada para a Ilha de São Sebastião. Innocência era irmã de Francisco Rodrigues Dória, também natural de Santos, eram filhos de Domingos Rodrigues Marinho ou Machado e de Maria Dória, natural de Portugal e moradores da vila de Santos, dos primeiros povoados, em 1531. Paulo e Innocência se casaram na matriz de São Paulo em 1632. Em Santos, tiveram dois filhos, Antonio Proença Varella e Izabel de Proença Varella.
Izabel de Proença Varella casou-se com João de Abreu , nobre cidadão da vila de Santos, onde foi da sua governança, que, da Ilha Terceira. Tiveram três filhos: Bartholomeu Simões de Abeu, Izabel de Proença e Paulo de Proença Abreu.
Paulo de Proença Abreu, nascido na Ilha de São Sebastião, passou para São Paulo e fez assento na vila de Parnaíba, onde ocupou cargos públicos, inclusive de juiz ordinário e de órfãos. Fez seu testamento em 1642, por causa de seus casamentos. Lá, em segundas núpcias casou-se com Maria Bicudo de Brito, nascida em Santana de Parnaíba, era filha de João Bicudo de Brito e de Anna Ribeiro. Faleceu Paulo de Proença Abreu na vila de Santana de Parnaíba, em 1676, sem geração do primeiro casamento, porém, teve da segunda mulher, seis filhos: Domingos de Brito, João Bicudo de Proença, Paulo de Proença de Abreu, Anna de Proença, Francisca Cubas de Brito e Antonio de Proença de Abreu.
Antonio de Proença de Abreu casou-se, em primeiras núpcias, no ano de 1695, em Sorocaba, com Francisca de Almeida, filha do capitão-mor Thomé de Lara e de sua primeira mulher Maria de Almeida Pimentel. Tiveram oito filhos: o capitão Thomé de Lara de Abreu, Antonio Pedroso de Abreu, Lourenço Castanho de Abreu, Anna de Proença de Abreu, Lucrécia de Almeida de Abreu, Izabel de Proença de Abreu, Francisca de Almeida de Abreu e Jeronymo de Almeida de Abreu.
Jeronymo de Almeida de Abreu casou-se em 1747, em Sorocaba, com Leonarda de Moura, filha de José Francisco de Aguiar e de Gertrudes de Moura. Faleceu na vila de Sorocaba em 1771. Teve dois filhos: Pedro de Abreu e Estanislau José de Abreu, o ajudante.
Ajudante Estanislau José de Abreu, falecido em 1802 na vila de Porto Feliz, foi primeiro casado em 1782, em Itú, com Anna do Amaral Campos, filha de José de Arruda Gurgel com sua primeira mulher Gertrudes de Campos.
__José de Arruda Gurgel, pai de Anna do Amaral Campos, era filho de José do Amaral Gurgel. Esse, avô de Anna, era filho do primeiro casamento de Bento do Amaral da Silva e Escolástica de Godoy que era uma, entre cinco filhos, do primeiro casamento de Antonio de Godoy Moreira e Anna de Lima Moreira, filha do capitão Guilherme Pompeu de Almeida e Maria de Lima. O capitão Guilherme era um dos seis filhos de Pedro Taques e de Anna de Proença.
Pedro Taques era moço louro, magro e muito ágil com espadas, foi secretário da câmara do infante Dom Luiz e de D. Maria Castanho. Com a retirada do reino de Dom Francisco de Sousa, em 1602, deixou o cargo e passou a servir, em São Paulo, honrosos cargos da República, sendo que, em 1609, com a volta do reino do dito Dom Francisco de Souza , recebeu deste, a mercê do ofício de juiz dos órfãos da vila de São Paulo, com caráter vitalício, por privisão de 6 de junho de 1609.
Pedro Taques faleceu em 26 de outubro de 1644, era irmão de Francisca Taques, casada com Reinaldo João e filho de Francisco Taques de Pompeu, que era natural do Ducado de Brabante (figura acima), de domínio espanhol, à época. Brabante, hoje, é região situada entre a Bélgica e a Holanda. Francisco Taques de Pompeu, filho da nobilíssima família dos Duques de Brabante, passou por Portugal, por causa do comércio, fazendo assento na vila de Setúbal, onde se casou com Inês Rodrigues, natural da mesma vila, e foram moradores na freguesia de São Julião.__


O Ajudante Estanislau José de Abreu e Anna do Amaral Campos tiveram três filhos: Gertrudes do Amaral Campos, Estanislau do Amaral Campos e o tenente Raphael de Moura Campos.
Tenente Raphael de Moura Campos foi natural de Sorocaba, casou-se em 1809, em Porto Feliz com Emília de Arruda Campos, filha do ajudante Antonio Pompeu Paes de Campos e de Maria Alves de Menezes. Teve nove filhos: Estanislau José de Abreu, Joaquim do Amaral Gurgel, José Innocêncio do Amaral, Antonio Pompeu de Campos, Anna do Amaral Campos, Maria Alves de Menezes, Salomé de Arruda Campos e João de Moura Campos.  
João de Moura Campos casou-se com Anna Candida de Souza, filha do alféres Francisco Antonio de Souza, natural de Portugal e de Anna Candida Alves de Lima.
_Anna Candida de Souza tinha oito irmãos: (1) O Capitão José Marçal de Souza, casado em 1843, em Porto Feliz, com sua prima irmã Augusta Alves de Almeida, filha do guarda-mor Manoel Alves de Almeida Lima, (2) Flora Maria de Souza, foi primeiro casada em 1825, em Porto Feliz, com Joaquim José de Andrade Pinto, natural de Itú e falecido em 1835, em Porto Feliz, filho do sargento-mor Caetano José Gomes Carneiro e Anna Maria Soares de Barros e casou-se pela segunda vez com o Capitão Joaquim de Camargo Penteado (ver abaixo), (3) Maria Custódia de Souza, casada primeiro em 1828, em Porto Feliz, com o alféres Manoel Joaquim de Arruda, filho de Antonio Manoel de Arruda e de Maria Baptista Aranha e pela segunda vez, com Manoel Barbosa Gomes de Oliveira, natural de Portugal, (4) Joaquim Bento de Souza, casado com sua sobrinha Augusta Alves de Menezes, filha de João de Moura Campos e de Anna Candida de Souza, (5) Maria Theolinda de Souza,que casou-se em 1827, em Pirapora _hoje Tietê_ com o ajudante Manoel José Vieira, de Itapetininga, filho do coronel Domingos José Vieira e Francisca Nunes de Siqueira, (6) Maria Illustrina de Almeida, foi casada com Benedito Rodrigues Vianna e de Anna Joaquina de Almeida, (7) Gertrudes Alves de Souza, que se casou com Estanislau José de Abreu _irmão de seu marido e (8) João Baptista de Souza (que se casou com Salomé de Arruda Campos _irmã de seu marido);
__Sua mãe, Anna Candida Alves de Lima, era filha do capitão Lourenço de Almeida Lima, que nasceu em 1786, na freguesia de Araritaguaba (hoje Porto Feliz), com Manoela Baptista Aranha. O Capitão faleceu em 1833, em Porto Feliz;
__Seu avô, o capitão Lourenço de Almeida Lima era filho de Pedro Almeida Leme, casado em 1748, em Itú, com Maria Alvares de Lima, irmã de Apolinário Alvares. Faleceu Pedro de Almeida faleceu em 1769, Itú e era filho de Miguel de Almeida Leme, casado em 1717, em Itú, com Margarida Proença, filha de Manoel da Costa e Izabel de Proença. Miguel faleceu em 1771 e era filho de João de Almeida Ferreira e foi primeiramente casado com Izabel do Prado. João de Almeida Ferreira era filho do capitão Sebastião Gil de Godoy, falecido em 1744, em Itú, aos 80 anos de idade, havia se casado em 1688, nessa mesma vila, com Maria Soares, lá falecida em 1726, viúva de Miguel de Almeida, era filha dosargento-mor Antonio Ferreira e de Domingas Antunes. O capitão Sebastião era filho de Sebastião Gil de Godoy, último filho do troco, que casou-se em 1636, em São Paulo, com Izabel da Silva, filha de Pedro da Silva e de sua segunda mulher Anna Alvarenga, seu pai faleceu em 1682, e sua mãe em 1705, na mesma vila de Parnaíba. Sebastião  Gil de Godoy, pai do capitão Sebastião, era filho de Balthazar de Godoy, um nobre castelhano, que veio a São Paulo na segunda metade do século XVI, em tempo do domínio de Castela no Brasil. Aqui casou-se com Ana Paula Moreira, filha do capitão-mor governador Jorge Moreira, natural do rio Tinto, no Porto, em Portugal, e de Izabel Velho;
__Seu irmão, João Baptista de Souza casou-se com Salomé de Arruda Campos, sua cunhada, irmã de seu marido João de Moura Campos, filha do tenente Raphael de Moura Campos e Emilia de Arruda Campos, e tiveram cinco filhos: Eulalia de Arruda Campos (foi a primeira mulher de seu primo João de Moura Campos Júnior), Baptistina de Arruda Campos (foi a segunda mujlher de seu primo João de Moura Campos Júnior), Josephina de Arruda Campos (casada com Francisco de Moura Campos), Maria Augusta de Arruda Campos (casada com seu primo Raphael de Moura Campos e Abreu, filho de Estanislau José de Abreu) e Anna de Arruda Campos de Souza (casada com seu primo, o coronel Raphael Augusto de Moura Campos, filho de João de Moura Campos e de Anna Candida de Souza);
__Seu cunhado, Capitão Joaquim de Camargo Penteado, que foi casado com sua irmã Flora Maria de Souza, era filho do Capitão José Camargo Penteado e sua primeira mulher Anna Joaquina de Arruda. Ele nasceu no ano de 1810 e faleceu em 1896. Tiveram muitos filhos, dentre eles Joaquim Souza de Camargo Penteado que foi casado em primeiras núpcias com Augusta Umbelina Alves de Lima (filha do major Custódio Manoel Alves). Casou-se em segundas núpcias com Carolina de Souza e não teve filhos, pois faleceu logo após seu casamento. Com sua primeira mulher, Augusta Umbelina, teve os seguintes filhos: Manoel Custódio Alves de Camargo, João Lourenço Alves de Camargo, Manoela Angélica Alves de Camargo, Sybilla Alves de Camargo e Eulálio Augusto Alves de Camargo que se casou, pela segunda vez, com Victalina Dias de Arruda (filha de Gabriellina Dias de Aguiar Toledo), com quem teve filhos, dentre eles, Luiz Gonzaga de Arruda Camargo que casado, teve uma filha de nome Maria Regina Alves de Camargo, mãe de Marco Aurélio de Camargo Marques, quem forneceu as fotos deste tópico  - (marx2001@ig.com.br)_
Joaquim Souza de Camargo Penteado (neto do Capitão Joaquim de Camargo Penteado) e sua mulher Augusta Umbelina Alves de Lima, sentados e, em pé, da esquerda para a direita, os filhos: Manoel Custódio, João Lourenço, Manoela Angélica e Sybilla (ano de 1900)

Eulálio Augusto Alves de Camargo e sua esposa Carolina de Souza, ele também é filho do primeiro casamento de Joaquim Souza de Camargo Penteado e Augusta Umbelina Alves de Lima

 João de Moura Campos e Anna Candida de Souza tiveram seis filhos, a saber:
  1. Alféres Franklin de Moura Campos casado com Amélia Amália do Amaral Campos, filha de Elias Vaz de Almeida e de sua prima Anna Fernandes de Araujo;
  2. Augusta Alves de Menezes casou-se com seu tio materno Joaquim Pinto de Souza;
  3. João de Moura Campos Júnior foi primeiro casado com Eulalia de Arruda Campos e, pela segunda vez, com Baptistina de Arruda Campos, ambas filhas de João Baptista de Souza e Salomé de Arruda Campos;
  4. Paulino de Moura Campos, médico, casou-se com sua sobrinha Augusta do Amaral Campos, filha do alféres Franklin de Moura Campos e Amélia Amália do Amaral Campos;
  5.  Francisco de Moura Campos casou-se com sua prima Josephina do Amaral Campos, filha de João Baptista de Souza e Salomé de Arruda Campos; e
  6.  Coronel Raphael Augusto de Moura Campos casou-se com sua prima Anna de Arruda Campos de Souza, chamada de Nhaninha, pelos mais íntimos, era filha de João Baptista de Souza e de Salomé de Arruda Campos. ELES SÃO OS AVÓS DA VOVÓ EULÁ!
__O Coronel Raphael Augusto de Moura Campos nasceu no bairro de Sorocaba, na freguesia da Santíssima Trindade de Pirapora (hoje Tietê), em 28 de outubro de 1842. Era chamado de Nhô Phaé, pelos mais íntimos. Fazendeiro em Tietê, dedicava-se ao cultivo e exploração do solo, como seus antecessores. Chegou a Botucatu no ano de 1887, sendo um de seus fundadores, onde também, dedicou-se a lavoura e a política. Era muito entusiasta com a educação e muito dedicado aos estudantes, por esses motivos, levou para Botucatu a considerada segunda escola do Estado, a Escola Normal (hoje Escola Estadual Cardoso de Almeida). Foi vereador por várias legislaturas e também presidente da Câmara Municipal e foi delegado de polícia, ao tempo da deposição de Américo Brasiliense. Era proprietário de terras, localizadas entre Botucatu e São Manoel (ainda hoje, sob o controle de seus descendentes _fica à beira da Rodovia Marechal Rondon), terras essas denominadas Fazenda Moura, onde abrigava órfãos e desempregados, que, muitas vezes adotavam seu apelido e por lá ficavam até o final de suas vidas. Exerceu o cargo de juiz de Paz, por diversas ocasiões, por vários anos. Faleceu em 9 de abril de 1918._partes deste texto foram retiradas de anotações criadas e datilografadas pelo historiador Raphael Augusto de Moura Campos Avellar Pires, conhecido por Rapha, que assinou nos rodapés delas: RACAP/1974.__
Homenagem: Grupo Escolar Raphael Augusto de Moura Campos, Botucatu, São Paulo


Homenagem: Praça Coronel Raphael Augusto de Moura Campos, Botucatu, São Paulo


O Coronel Raphael Augusto de Moura Campos e Anna de Arruda Campos de Souza tiveram sete filhos nascidos em Botucatu, a saber:

    1.- Cantídio de Moura Campos, médico, foi diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e nomeado reitor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), logo após sua criação, por um decreto do governador paulista Carvalho Pinto, no período de dezembro de 1962 a agosto de 1963. Casou-se com Berta Martins Costa e tiveram quatro filhos: Marcello de Moura Campos, Cantídio de Moura Campos e Maria Helena de Moura Campos Brancante, casada com Eudino Brancante;
    2.- Eulália Augusta de Campos Gurgel casada com Joaquim do Amaral Gurgel, e tiveram cinco filhos: Josephina de Campos Gurgel (casada com Jair Pinto e tiveram três filhas: Maria Emília, Fabíola e Romilda); Dalila Campos Gurgel (solteira); Cycero Campos Gurgel, Antonio Luiz de Campos Gurgel; e  Silvio de Campos Gurgel (casado e com duas filhas: Silvia Maria e Regina Maura);
    3.- Raphael Augusto de Moura Campos Filho, conhecido por Faezinho foi casado com Carlota Torres de Moura Campos, tiveram cinco filhos: Silvio de Moura Campos (solteiro), Helena de Moura Campos Castaldi (casada com Renzo Castaldi, tiveram um filho, Denis Castaldi), Raphael de Moura Campos Filho (casado com Teresa Rosin Moura Campos, tiveram quatro filhos, Maria Aparecida, Raphael Augusto, Teresa Cristina e José Silvio), Léa de Moura Campos (solteira) e Agostinho de Moura Campos (solteiro);
    4.- João de Moura Campos, falecido aos 14 anos de idade. Era gêmeo de João Baptista;
    5.- João Baptista de Moura Campos casado com Luiza de Almeida Campos, tiveram um filho, Franklin de Moura Campos (casado com Vitalina Alves de Moura Campos, tiveram quatro filhos: João Baptista Neto, Sérgio, Luíza Augusta e Franklin Filho;
    6.- Major Antonio de Moura Campos casado com Emília de Moura Campos, tiveram oito filhos: Raphael de Moura Campos [casado com Maria Aparecida Carvalho de Moura Campos, chamada carinhosamente por parentes de tia Jane, tiveram quatro filhos: Francisco Carvalho de Moura Campos (casado com Maria Inês Tadoni, tiveram uma filha de nome Mariana), Murilo Carvalho de Moura Campos (solteiro), Maria Lídia Carvalho de Moura Campos Fittipaldi (casada com José Roberto Fittipaldi, com dois filhos: Alessandra e Bruno) e Maria Emília de Moura Campos, a Zizi (solteira)]; Mourinha; Celina de Moura Campos; Regina de Moura Campos; Maria Aparecida de Moura Campos; Maria Laura de Moura Campos [casada]; Alaor de Moura Campos; e Vera de Moura Campos;
    7.- Salomé de Campos Jaguaribe casada com João Nogueira Jaguaribe, advogado e deputado pelo quinto, tiveram um filho, que faleceu ainda criança, João Baptista Campos Jaguaribe; e
    8.-Anna Candida de Campos_Nhazinha casada com Antonino do Amaral Vieira_Nhozinho, tiveram quatro filhos que vingaram, sendo que outros morreram ainda muito pequenos, como Guaraciaba Amaral Vieira:

     Nhazinha, filhos e nora

       Ana Cândida de Moura Campos do Amaral Vieira_Vovó Nhazinha (com 47 anos) - 01
      Leônidas do Amaral Vieira (filho) - 02
       Maria Lídia Fonseca Vieira (nora, mulher de Leônidas) - m02
      Eulalina de Campos Amaral Rodrigues Torres_Eulá (filha, com 16 anos) - 03
      Iracema de Campos Amaral Pupo_Irá (filha, com 18 anos) - 04
      Luiza de Campos Amaral Avellar Pires (filha, com 13 anos) - 05


    (1) Leônidas do Amaral Vieira [casado com Maria Lídia Fonseca Vieira, tiveram sete filhos:
    (1.1) Carmem Amaral Vieira de Camargo casada com Mário Gualberto de Camargo, com uma filha: Carmen Silvia Vieira de Camargo;
    (1.2) Mário Amaral Vieira casado com Antonia Toledo Amaral Vieira_Filinha, com três filhos: Antonio Carlos Amaral Vieira, Mário Amaral Vieira Filho e Maria Lídia do Amaral Vieira;
    (1.3) Otávio Amaral Vieira casado com Maria Dirce Ferreira do Amaral Vieira, com seis filhos: Maria Luiza, Maria Helena, Maria Rosa; Maria Alice; José Eduardo e Maria Dirce,casada e, de que temos notícia de um filho de nome Paulo Henrique;
    (1.4) Diva Amaral Vieira de Sá Barbosa casada com Vicente de Sá Barbosa, com dois filhos: Vicente de Sá Barbosa Filho e Rita Vieira de Sá Barbosa;
    (1.5) Leônidas Amaral Vieira Filho, com dois filhos: Heloisa Amaral Vieira e Luís Cláudio Amaral Vieira;
    (1.6) José Carlos Amaral Vieira, primeiro casado com Odete Amaral Vieira, com três filhos: Regina Célia Amaral Vieira, Paulo Sérgio Amaral Vieira e José Carlos Amaral Vieira Filho_pianista e compositor, nascido no dia 2 de março de 1952 (foto ao lado), casado com Iara Ferraz Amaral Vieira e, com um filho: Tércio Ferraz Amaral Vieira e, do segundo casamento teve uma filha de nome Maria Lídia Amaral Vieira; e
    (1.7) Ilze Amaral Vieira casada e sem filhos];



    (2) Iracema de Campos Amaral Pupo, foi casada com Gastão Pupo, filho de Trajano Pupo e Elisa Diehl Pupo. Gastão teve onze irmãos: Argemira (Miroca), Joaquina (Jotó), Dr. Trajano Pupo Filho (Lé), Lila, Og (Bem), Rubens, Ruth, Hugo, Lourdes e Aracy. O casal, Iracema e Gastão tiveram seis filhos, a saber:
    (2.1) Trajano Pupo Netto, nascido em Botucatu/SP, no dia 31 de agosto de 1915, ele era sub gerente do The National City Bank of New Yourk em São Paulo, quando se casou, no dia 31 de dezembro de 1946, na Igreja do Convento do Carmo, da mesma cidade, com Sylvia Manot Sarrat de Magalhães Padilha, nascida no Rio de Janeiro, no dia 17 de maio de 1928, filha do Capitão Silvo Magalhães Padilha, então diretor do Departamento de Esportes do Estado de São Paulo, e de Dª Ivone de Magalhães Padilha. Eles tiveram três filhas:
    1) Ana Elisa de Magalhães Padilha Pupo Netto (LILA), nascida no dia 16 de outubro de 1947, que foi casada com Paulo Cesar de Oliveira Campos, do Rio de Janeiro, nascido em 25 de julho de 1952, e tiveram uma filha: 1.1) Ana Paula Pupo Netto de Oliveira Campos, nascida em São Paulo/SP, no dia 23 de setembro de 1983, que é casada com Nathanael Johnson, sem filhos;
    2) Vera Regina de Magalhães Padilha Pupo Netto, nascida em 17 de março de 1949 que foi casada com Renato Sérgio Iversson e tiveram dois filhos: 2.1) Andrea Pupo Netto Iversson, publicitária; e 2.2) Renato Pupo Netto Iversson, nascido em 7 de janeiro de 1975;
    3) Sylvia de Magalhães Padilha Pupo Netto, nascida no dia 05 de novembro de 1959, que foi casada com Beni Lafer, com duas filhas: 3.1) Marina Pupo Netto Lafer; e 3.2) Isabel Pupo Netto Lafer.


    (2.2) Gastão Pupo Júnior (Gao), casado com Maria D. Pupo, com dois filhos:
    1) Gastão Pupo Neto, casado com Luiza Helena Sgroy Pupo, com três filhos: 1.1) Paulo Sérgio Sgroy Pupo, casado com Ariane A. Sgroy Pupo, com filhos menores; 1.2) José Luiz Sgroy Pupo; e 1.3) João Carlos Sgroy Pupo; e
    2) Marília Sgroy Pupo Rosa, casada com Márcio Fábio Rosa, com três filhas: 2.1) Ana Laura Pupo Rosa; 2.2) Ana Beatriz Pupo Rosa; e 2.3) Mariana Rosa Pupo.




    (2.3) Ruy do Amaral Pupo, casado com Isabelita Teixeira Pupo e tiveram três filhos:
    1) Ruy Teixeira Pupo, casado com Izilda Ferreira Pupo, com três filhos: 1.1) Beatriz Ferreira Pupo; 1.2) Fábio Ferreira Pupo; e 1.3) Marina Ferreira Pupo;
    2) Maria Cristina Teixeira Pupo, com um filho: 2.1) Rodrigo; e
    3) Ricardo Teixeira Pupo, casado com Efigênia Coeli Nunes Pupo, com um filho.


    (2.4) Celso do Amaral Pupo, advogado, nascido no dia 8 de novembro de 1923, foi casado com Maria de Lourdes Oséas (Marilú), e tiveram dois filhos:
    1) Celso Augusto do Amaral Pupo, nascido no dia 6 de outubro de 1952, médico, casado com Terezinha Lisieux Cruz do Amaral Pupo (Tereza), nascida no dia  17 de julho de 1954, com duas filhas: 1.1) Juliana Cruz do Amaral Pupo (Jú), nascida no dia 01 de dezembro de 1984 e 1.2) Isabel Cruz do Amaral Pupo (Bel), nascida no dia  19 de agosto de 1989; e
    2) Sérgio Oséas do Amaral Pupo, nascido no dia 12 de agosto de 1955, cirurgião dentista, divorciado de Ivone Toledo Kott, com três filhos: 2.1) Sérgio Oséas do Amaral Pupo Filho, solteiro, nascido no dia 8 de março de 1980; 2.2) Patrícia  Kott Pupo Cavalheiro, gêmea de Sérgio Filho, nascida no dia 8 de março de 1980, casada com Danilo Carvalho Cavalheiro, com um filho: 2.2.a) Luca Kott Pupo Cavalheiro, nascido no dia de dezembro de 1999; e 2.3) Priscila Kott Pupo, que foi casada com Tiago Benevides Alexandre, nascida no dia 23 de agosto de 1976, com dois filhos: 2.3.a) Gabriel Kott Pupo Alexandre, nascido em 14 de março de 2006 e 2.3.b) Luisa Kott Pupo Alexandre, nascida no dia 24 de agosto de 2008;


    (2.5) Maria Sebastiana Amaral Pupo, chamada carinhosamente pelos parentes de Mariinha, solteira.
    (na foto: Mariinha e Sylvia Magalhães Padilha Pupo Netto com Ana Elisa (LILA), no colo - no ano de 1949); e


    (2.6) Dulce Pupo de Oliveira Pinheiro (foto: Dulce com Elcy Rodrigues Torres, no colo) casada com Cauby Oliveira Pinheiro, com 2 filhos:
    1) Cauby Oliveira Pinheiro Júnior, casado com Vera Maria Cavalcanti Pinheiro, com 2 filhas: 1.1) Cláudia Marcela Cavalcanti Pinheiro e 1.2) Patrícia Antonela Cavalcanti Pinheiro); e
    2) Maria Elisa Pupo de Oliveira Pinheiro (May/Mare), que foi casada com Heroíno Maurício e tiveram 3 filhas: 2.1) Luciana Pinheiro Maurício, 2.2) Flávia Pinheiro Maurício e 2.3) Graziela Pinheiro Maurício;

    (3) Luiza de Campos Amaral Avellar Pires, casada com Clóvis de Avellar Pires, tiveram quatro filhos:
    (3.1) Raphael Augusto de Moura Campos Avellar Pires (casado com Lêda Galvão de Avellar Pires, com cinco filhos: 1) Thais Avellar Pires Guerra, casada com Ubirajara de Oliveira Guerra, com cinco filhos: André Augusto, Alexandre Augusto, Patrícia, Priscila - Pitty, e Rafael; 2) Leônidas Galvão Avellar Pires, nascido no dia 2 de abril, casado com Benedita-Ditinha, com dois filhos gêmeos: Eric e Erivan, casados; 3) Ivan Galvão de Avellar Pires, nascido no dia 29 de julho, primeiro casado com Bárbara com quem teve três filhos: Tatiana, Taís e Tiago e casado pela segunda vez com Cleide Ambrozim, sem filhos; 4) Beatriz Galvão Avellar Pires, com três filhos: Maximiliano, casado com Tatiana Cristina, com uma filha: Sara; Márcio, solteiro; e Juliana, com três filhos: Gabriel, Juliana e Paulo Ricardo; e 5) Raphael Augusto Galvão Avellar Pires-Raphinha, tem duas filhas do primeiro casamento: Gabriela e Bianca e um filho do segundo casamento, Mateus e, também uma filha reconhecida);
    (3.2) Maria de Lourdes Avellar Pires Cordeiro, conhecida por Duda (casada com Anor Cordeiro, com quatro filhos: 1) Maria Luiza de Avellar Cordeiro Caminoto, viúva de Orivaldo Benedito Caminoto - Dôdo, com um filho: Guilherme Cordeiro Caminoto, com um filho do primeiro casamento: Guilherme Campos Pacheco Caminoto e casado pela segunda vez com Eliza Holthauzen Caminoto, com quem tem duas filhas: Vitória e Luíza, de mesmo sobrenome da mãe; 2) Antonio Carlos de Avellar Cordeirof, médico em São Paulo, casado com Heloísa de Fátima Gouveia Cordeiro, sem filhos; 3) Esaú Cordeiro Neto casado com Teresa Regina Reale Cordeiro, sem filhos; e 4) Sônia Regina de Avellar Cordeiro Pimentel casada com Fredi Wanderley Pimentel, com dois filhos: 1- Fernando Cordeiro Pimentel casado com Josie Pedroso Pimentel, com um filho: Lucas Pedroso Pimentel; e 2- Carla Cordeiro Pimentel), Clóvis de Avellar Pires Filho (casado com Maria Aparecida do Amaral Costa Avellar Pires); e
    (3.3) Maria Aparecida Avellar Pires Camargo Pinto (casada com Vinício Camargo Pinto, com dois filhos: 1) Alfredo Pinto da Conceição Neto e 2) Ana Luiza de Avellar Camargo Passerotti; e

    (4) Eulalina de Campos Amaral Rodrigues TorresEULÁ, casada com Mário Rodrigues Torres, tiveram seis filhos: Cecília, Rubens, Lúcia (Dinda), Maria de Lourdes, Mário (Filhinho) e Agostinho_Neto (Guto) - (v. em continuação - parte III).



    __Antonino Amaral Vieira, pai da Eulalina_Eulá, conhecido por Nhozinho, nasceu em Itapetininga no ano de 1884, fez a Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em São Paulo. Terminando a faculdade foi nomeado juiz, tendo sido Itapetininga a sua primeira comarca, também foi juiz de Direito em Una (hoje Ibiúna), em Tatuí, em Sertãozinho, em São Paulo, chegando a desembargador do TJSP - Tribunal de Justiça de São Paulo. Lia muito os autores brasileiros de sua época, escrevia poemas e amava a música. Era filho do major Lúcio Manoel José Vieira, nascido em São Manoel, em 1840, filho do major Manoel José Vieira, nasceu em Portugal, radicado em Sarapuí, em 1812, e de Maria Theolinda de Souza, nascida em 1815 (avós paternos de Antonino); casado com sua mãe, no dia 1º de março de 1860, Maria do Sacramento Cavalheiro do Amaral, nascida por volta de 1840 e 1842, em Itapetininga, filha de Manoel Caetano do Amaral e Genoveva Cavalheiro (avós maternos de Antonino). Antonino teve dez irmãos:
    (1) Lúcio Manoel Vieira do Amaral;
    (2) Anna Genoveva do Amaral Vieira_Nicota, nascida em Itapetininga, no mês de julho de 1863 [(casada com Doutor Leonce Augusto Pinheiro da Silva e, em Sarapuí, tiveram seis filhos: 1- Joaquina Pinheiro da Silva (1862); 2- Leopoldina do Amaral e Silva (em Avaré,1893) casada com Raymundo Marcolino da Luz Cintra, em Sarapuí, no dia 8 de abril de 1914; 3- Bernardo Pinheiro da Silva (18/05/1895) casado com Anna Genoveva Piedade, no dia 12/04/1928 e falecida no dia 25/10/1983; 4- José Joaquim Pinheiro da Silva (11/09/1896); 5- Cherubina Pinheiro da Silva (04/06/1898);e 6- Lúcio Pinheiro da Silva (21/04/1900)];
    (3) Antonia Vieira;
    (4) Umbelia Augusta do Amaral Vieira_Nhá Zica (casada com César Eugênio da Piedade e tiveram sete filhos);
    (5) Maria Josepha do Amaral Vieira_ Nenê (casada com João Theodoro Gonçalves e tiveram cinco filhos;
    (6) Joaquim Vieira do Amaral_Nhô Quim (casado com Maria Emília de Godoy_Maricota);
    (7) Antonio do Amaral Vieira_Nhô Tó (casado com Etelvina do Amaral Vieira_Vina, tiveram um filho);
    (8) Lúcio Manoel Vieira Júnior_Lulú (casado em primeiras núpcias com Maria José do Amaral_Nhá Cidinha e tiveram oito filhos, e, em segundas núpcias com Idactiva Vieira de Almeida Fama, com quem teve doze filhos);
    (9) Benedicta Alzira do Amaral Vieira_Sinharinha (casada com Antonio Pires da Motta, tiveram cinco filhos); e
    (10) Antonio Euzébio do Amaral Vieira._

     Antonino Amaral Vieira-Nhozinho teve dois filhos, fora do casamento:
    - Com Maria Benedita de Moraes_Marica, nascida em 29 de fevereiro de 1880 e falecida em 19 de agosto de 1910, que era vizinha da família, na cidade de Tietê/SP, exímia pianista, muito bonita, com longos cabelos ruivos e que tinha um filho, João Moraes, de sete anos de idade.  Antonino apaixonou-se por ela e fugiram, no ano de 1909, para viverem juntos na cidade de Rio Preto/SP, onde tiveram um filho, nascido em 12 de abril de 1910 e que faleceu em 25 de junho de 1990:
    (1) Vitor Soledade Moraes Amaral, formou-se em Direito no Rio de Janeiro onde conheceu a judia Dola Amaral, com quem se casou e tiveram três filhos:
    1.- Vitor Soledade Moraes Amaral Filho_Vitorzinho;
    2.- Marcos Antonio Moraes Amaral_Marquito; e
    3.- Ricardo Moraes Amaral.
    - Com Izolina Brandt, falecida por volta de 1932, teve um filho, nascido entre 1919 e 1920. Ela o criou até os 12 anos de idade, até seu falecimento, quando foi morar com o pai em Ribeirão Preto/SP:
    (2) Mário Vieira Brandt, que iniciou os cursos de Odontologia e Farmácia, mas desistiu e logo se casou Lídia Brandt. Ele trabalhou como Superintendente do Café, e teve três filhos:
    1.- Marli Vieira Brandt;
    2.- Mário Antonio Vieira Brandt; e
    3.- Marco Antonio Vieira Brandt.

    As três filhas, Eulalina_Eulá, Iracema_Irá e Luíza, como também, sua primeira mulher, Anna Cândida de Campos, o davam como morto sem sequer pronunciar seu nome, desde 1909, ocasião de sua fuga com Marica, até o ano de 1933, quando faleceu Anna Cândida_Nhazinha.
    O filho Leônidas visitava sempre o pai. Antonino só foi perdoado pela filhas depois de um pedido de sua primeira mulher (mãe das três), no seu leito de morte. Então, daí em diante, passaram a ter um bom relacionamento com ele.
    Antonino Amaral Vieira_Nhozinho_Dr. Antonio Amaral Vieira, faleceu em 19 de fevereiro de 1944 e foi enterrado na ala antiga do cemitério de Araçoiaba/SP, onde, em vida, havia mandado construir um túmulo de mármore negro. Nesse túmulo também foram depositados os restos mortais de Marica e, quando faleceu seu filho Vitor, lá foi sepultado.  




    Família Vieira
    (1)  Maria Theolinda de Souza
    (2)  Major Lúcio Manoel José Vieira
    (3)  Eulalina de Campos Rodrigues Torres - Vovó Eulá
    (4)  Iracema do Amaral Pupo
    (5)  Leônidas do Amaral Vieira
    (16) Luíza de Campos Avellar Pires



    Irmãos de Antonino do Amaral Vieira:


    _Foto à equerda José Vieira e Lúcio Manoel Vieira Júnior, também conhecido por Lulu, tirada no ano de 1925.
    _Foto à direita Joaquim Vieira do Amaral, conhecido por Nhô Quim, datada de 03/06/1923.




    Família da irmã de Antonino Amaral Vieira, Umbelia Augusta do Amaral Vieira_Nhá Zica, casada com César Eugênio Piedade

    ...continua em ORIGEM DA FAMÍLIA RODRIGUES TORRES - parte III

    3 comentários:

    1. Mãe....muito LEGAL !!!

      Então, smj, o meu TATARAVO, seu BISAVO era JUIZ, isso ?
      Então na verdade a minha GERAÇÃO é a 5ª no ramo do DIREITO ? Isso ?

      1ª GERAÇÃO: Antonio Amaral Vieira (meu tata)
      2ª GERAÇÃO: Mário Rodrigues Torres (meu bisa)
      3ª GERAÇÃO: Agostinho Rodrigues Torres (meu avô)
      4ª GERAÇÃO: EVLY/ZÉ/EDU/GUTO Rodrigues Torres
      5ª GERAÇÃO: GERE e .......
      Certo ?

      Beijos

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    2. Olá,

      Estou pesquisando minha família pelo Google e encontrei na sua pesquisa o nome do CAPITÃO JOAQUIM DE CAMARGO PENTEADO.
      Vi que ele era de PORTO FELIZ como é uma parte da minha família. Gostaria de informar que tenho uma fotografia dele. Parece ser mais a cópia de uma foto antiga. Mas é um registro da sua fisionomia. Se lhe interessar posso enviar para enriquecer mais o a sua pesquisa.
      meu e-mail - marx2001@ig.com.br (coloque no assunto FOTOS DE FAMÍLIA).
      Abraço
      Marco (possível parente distânte) Se houver uma herança a ser dividida me avise ! - risos !!!

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    3. Mto bom o seu blog.

      Eu sou o bisneto do irmão da sua Vó Eulálina (Bisneto do Leônidas). Dentre os 7 filhos do Leônidas está o meu Avô, Octávio do Amaral Vieira casado com Maria Dirce Ferreira do Amaral Vieira que tiveram 6 filhos (Maria Luiza, José Eduardo, Maria Helena, Maria Alice, Maria Dirce e Rosa Maria). Eu sou o filho da Maria Dirce. Meu Avô sempre falava que nós eramos descendentes de Bráz Cubas. Agora com seu blog ficou mais claro entender.

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